Blog do Gemólogo

Devido a grande quantidade de falsificações de certificados e de charlatões se passando por gemólogos formados no Gem-A (The Gemological Association of Great Britain), disponibilizamos “o passo a passo”  de como utilizar esta ferramenta de consulta para a confirmação de credenciais de graduados pelo Gem-A. ATENÇÃO! Esta consulta refere-se às credenciais de diplomas de alunos do Gem-A, ou seja, é a comprovação de que o profissional é especializado pelo Gem-A. Isso não significa que o
Provavelmente é a dúvida mais comum para quem decidiu investir em diamantes e não possui um conhecimento mais aprofundado em Gemologia. Para a identificação de uma gema, deve-se obedecer uma série de análises tradicionais conhecidas entre os gemólogos como “Marcha Analítica”. São análises não destrutivas onde são aferidas as propriedades físicas das gemas (densidade, índice de refração, pleocroísmo, etc…), que nos permitem, por meio de eliminação, chegar à conclusão da identidade da gema. Os detectores,
Devido a grande quantidade de falsificações de certificados e de charlatões se passando por gemólogos do GIA (Gemological Institute of America), disponibilizamos “o passo a passo”  de como utilizar esta ferramenta de consulta do GIA para a confirmação de credenciais de alunos do instituto.   ATENÇÃO! Esta consulta refere-se às credenciais de diplomas de alunos do instituto, ou seja, é a comprovação de que o profissional é especializado pelo GIA. Isso não significa que o
O Gemological Institute of America (GIA) relatou nesta última sexta-feira (05/05/2017) ter analisado um diamante natural incolor tipo “Ia” de 0.33 quilates com uma camada de diamante sintético tipo “IIb” aplicado em sua parte superior a fim de lhe conferir uma coloração azul (Fancy Blue). A espessura da camada CVD (Chemical Vapor Deposition) sobrecrescida era de aproximadamente 80 microns. Nitrogênio é considerado o defeito mais abundante em diamantes naturais, enquanto Boro, por outro lado, é uma impureza rara. O
Intensidades de florescência (azul) dos diamantes   A fluorescência nos minerais Fluorescência é a reação de alguns minerais que apresentam graus de luminescência (emitem luz) quando expostos à luz Ultravioleta (UV). No caso dos diamantes esta reação é causada pela presença de elementos traço em sua composição química e cerca de 25% a 35% dos diamantes no mercado apresentam fluorescência quando expostos à luz UV. Geralmente os diamantes emitem luminescência em tom azulado (mais frequente), amarelo (menos
Diamantes sintéticos   O grupo Signet Jewelers revelou no mês passado (Março de 2017) revelou mais detalhes à respeito da iniciativa de testar detectores de diamantes sintéticos, um projeto liderado pela Diamond Producers Association (DPA). A DPA, que realiza marketing genérico em nome da indústria, lançou o “Project Assure” (“assegurar”) para projetar e implementar um “Protocolo Independente de Teste de Desempenho de Dispositivos de Triagem de Diamantes”. O protocolo está agendado para entrar em vigor no
  Equipamento durante a execução da análise.   A Swiss Analytical Testing Tools (SATT), subsidiária do Swiss Gemmological Institute (SSEF) lançou no início de 2017 o PearlScan®. Trata-se de um dispositivo capaz de contar e medir as dimensões de grandes quantidades de pérolas em fio ou colar, de maneira eficiente. Composto por um Scanner A4, um computador e o software específico (que transforma ambos em uma ferramenta de análise), esta ferramenta oferece à indústria de pérolas, uma
Gema sintetizada pelo método Nanosital®.   Eu me lembro das feiras de cursos na UFES, quando tínhamos a oportunidade de apresentar o curso de Bacharelado em Gemologia para alunos do ensino médio. No estande, apresentávamos algumas gemas e minerais brutos. Entre as dúvidas sempre surgia a pergunta: “Existe Kryptonita?” Nessa época a gente só dava boas risadas e informava que era produto da ficção. Hoje podemos afirmar: SIM, EXISTE! Apesar de ser criada em laboratório
Processo desenvolvido por Gübelin Gem Lab.   O laboratório gemológico Gübelin desvendou uma solução radical para rastreamento de origem de esmeraldas. Utilizando nanotecnologia para “marcar” o mineral bruto e que é acessível em qualquer estágio da cadeia produtiva. Batizado com o nome “Emerald Paternity Test” (teste de parternidade de esmeralda), a tecnologia é “O divisor de águas da indústria de gemas coradas”, declarou o laboratório situado na Suíça nesta segunda-feira (27/03/2017). Nanopartículas baseadas em DNA